Arquivo da categoria ‘Geral’

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Oh! A nostalgia!

Maio 15, 2009

Devem ter reparado que tenho andado um pouco nostálgico… Por isso aqui vão uns temas das animações da minha geração!

Era uma vez… o Espaço!

The Transformers

Zorro

Dragon Ball (todos)

http://www.youtube.com/watch?v=WjA8Pg9XDUw

Digimon

http://www.youtube.com/watch?v=cFrdTv02otI

Pokémon

Medabots

http://www.youtube.com/watch?v=ExKPiu04wKA&feature=related

Saylor Moon

http://www.youtube.com/watch?v=svzIrKbadAE&feature=PlayList&p=1BD37556F2945836&index=0&playnext=1

Watership Down

Dartacão

A Floresta Verde

Universo Perdido

Evangelion

http://www.youtube.com/watch?v=HZBaP9yWZ-c

Robin Hood

Saber Rider

A Ilha de Noé

Batman

Batman do Futuro

Liga da Justiça

Homem Aranha

Shadow Riders

Feras Mecânicas

Sonic

Timon e Pumba (impossível encontrar créditos portugueses! Por isso, episódio!)

Obrigado a todos os usuários do YouTube por postarem estes vídeos fantásticos!

Ok, e agora estou cansado. Se se lembrarem de mais algum, é favor dizer! :)

Quando o tempo parou!

Senti-me longe de tudo, tão longe de mim…

Mas foi neste lugar que eu encontrei algo novo, dentro de mim…

Vosso, S7alker.

PS: O tempo que perdíamos diante da TV…

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Ai, o problema…

Abril 10, 2009

Um longo interrego este, para os meus blogs inclusive…

Infelizmente fiquei novamente sem PC, o disco foi à vida e tive de esperar acumular massas para arranjar um novo…

Mas pronto, lá consegui arranjar o que faltava e agora a minha máquina já funciona como deveria ser e eu estou de novo lançado para fazer todas aquelas coisas que precisava desesperadamente. Infelizmente  a maior parte delas não são diversão, mas enfim. Estar no PC também é trabalhar, né?

READY STEADY CAN'T HOLD ME BACK
READY STEADY GIVE ME GOOD LUCK
READY STEADY NEVER LOOK BACK
LET'S GET STARTED READY STEADY GO

Saudações, S7alker.

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Os 10 jogos da minha vida! (parte 2)

Janeiro 22, 2009

#5 – Homeworld (Sierra)

Para alguém que sempre foi um apaixonado por grandes épicos de ficção científica, com gigantescos combates entre naves capitais e odisseias desesperadas pelas estrelas, Homeworld era um título obrigatório. A escala de epicidade do original não foi, na minha opinião, igualada pelo seu mais bem ambicioso sucessor, em grande parte, na minha opinião, devido ao facto de o povo em volta do qual gira a história já ter um conhecimento maior da Galáxia. Aquela sensação de isolamento e de não saber para onde se estar a ir foi uma das coisas que me agarrou à campanha. A ideia de uma nave gigante comandar uma série de naves mais pequenas numa demanda desesperada tornou-se, para mim, um tema entusiasmante.

#4 – Half-Life (Valve)

Coloco o Half-Life sozinho nesta tabela porque, se não o fizesse, teria de colocar praticamente todos os títulos da série aqui, e alguns dos grandes Mods para eles desenvolvidos. A criação da Valve tornou-se num dos shooters mais importantes dos últimos dez anos, tornando-se num jogo de culto que deu origem a duas expansões e a uma sequela, também ela com duas expansões já editadas. Para além da série em si, cuja história influenciou a minha maneira de pensar outras obras de ficção, algumas adaptações deixaram a sua marca na minha mente. Falo dos Mods da série Minerva, de Adam Foster, e do divertidíssimo Portal. Para além disso, o incrivelmente famoso Counter-Strike foi um dos maiores vícios que já tive na vida!

#3 – Starcraft (Blizzard)

Enquanto jogo, Starcraft foi um dos maiores títulos de estratégia. Três espécies, os humanos e dois povos alienígenas, combatiam pelo poder numa demanda à escala galáctica. Havia aqui material suficiente para criar mais um recanto no universo de duas jovens crianças (eu e o meu irmão), e muito mais… Mas mais importante ainda, estava incluído um dos mais fantásticos editores de mapas em que já meti as mãos. Ao criar toda uma série de campanhas e mapas especializados, aprendi as bases dos videojogos, equilíbrio de facções, criar diversão, etc. Foi com Starcraft que descobri como funcionam os videojogos.

#2 – Dungeon Keeper (Bullfrog)

Dungeon Keeper é um dos jogos mais divertidos e viciantes de sempre. No papel de um Senhor das Trevas, o jogador tem de criar uma série de catacumbas, para atrair seres das Trevas e criar um exército para derrubar os bondosos cavaleiros ou outros Senhores das Trevas. Nascido da mente genial de Peter Molyneux, criava desafio ao jogador, obrigando-o a saber como expandir os seus limites territoriais, procurar recursos, e até a zelar pela felicidade das diversas criaturas das Trevas. Mais importante ainda… Foi o primeiro videojogo que alguma vez joguei…

#1 – Marathon 2: Durandal (Bungie)

De todos os videojogos que alguma vez joguei, de todas as influências que criaram em mim, de todos os momento de diversão… Um tornou-se mais importante do que todos os outros, ainda antes sequer de eu o jogar. Esse jogo foi Marathon, exemplificado aqui pela segunda instalação, a mais divertida do todo, na minha opinião. Fã ávido de Halo: Combat Evolved, resolvi procurar quais as bases de toda aquela intrincada simbologia que existia no aclamado título da Bungie. Depressa encontrei o seu predecessor espiritual. A complexa e fascinante história de Marathon ainda hoje me mantém agarrado a foruns e sites por toda a net, influenciando decisivamente a história da novela que tento criar. E existe este personagem, o mais fascinante que alguma vez encontrei em qualquer obra de ficção: Durandal, a inteligência artificial que quer ser Deus!

Um jogo incrível, e que aconselho a todos os gamers e interessados por esse mundo fora!

Menções honrosas:

Pharaoh (Sierra) – Horas e horas de diversão, sem nunca cansar! Um jogo de estratégia altamente aconselhado.

Ace Combat 5 (Namco) – O mais divertido simulador de combate aéreo da actualidade, exemplificado pela quinta instalação. Com os mais sofisticados aviões de combate e muita acção. Gosto de aviões, que posso dizer?

Mechwarrior 4: Black Knight (Microsoft Games) – Mechs de combate gigantes e reviravoltas suficientes para divertir e agradar! E sempre fui grande fã de BattleTech, por isso…

E aqui ficam os dez Videojogos mais importantes da minha via. Como disse, é uma lista pessoal, mas achei que a poderia muito bem partilhar com todos vós. Obrigado pela atenção!

Umbras Dextras, Prima Orbis
Templa Prospice, Diem Ex Dei

Vosso, S7alker.

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Os 10 jogos da minha vida! (parte 1)

Janeiro 22, 2009

Decidi, hoje, começar a fazer uma série de top ten das coisas que mais me influenciaram. Não me vou perder em motivações… Talvez seja algo introespectiva, quem sabe… As bases para esta lista são a influência que este títulos tiveram na minha personalidade e imaginação. E também na diversão criada e horizontes abertos! Alguns destes títulos foram aqueles que me levaram a gostar de Videojogos em primeiro lugar, e a criar a minha actual paixão pela temática.

Em qualquer dos casos, resolvi começar pela lista mais fácil de fazer: a dos 10 Videojogos da minha vida!

#10 – Warhammer 40000: Dawn of War (THQ)

Sempre fui um grande fã dos jogos de estratégia… No geral, são os meus preferidos. E se há um que tenha, realmente, influenciado a minha maneira de idealizar mundos de fantasia ou ficção científica, esse jogo é o Dawn of War. Desde o aspecto sujo e antigo das armas e armaduras humanas, até aos equipamentos polidos dos Tau, e às formas degeneradas dos demónios espaciais, passando pela variedade e personalidade únida das facções, a minha maneira de encarar mundos de fantasia nunca mais foi a mesma, e muitas ideas me inudaram devido a esta peça de software. Também me desvendou mundos novos de jogo online, que se tornou extremente viciante e divertido.

#9 – Pokémon Blue (Nintendo)

O jogo que le levou a conhecer os RPGs, no distante ano de 1999 (quando joguei). Embora o universo possa parecer demasiado infantil, Pokémon Blue revelou-se um excelente RPG, com uma jogabilidade desafiante e extremente viciante. Eu e o meu irmão lutámos por conhecer e coleccionar os diversos Pokémon, de modo a derrotar os nossos adversários digitais! A subida ao Indigo Plateau, no final, foi uma sensação de pura epicidade e sucesso! Pena as sequelas terem sido tão desapontantes… Nunca conseguiram igualar aquela fantástica sensação provocada pelo Pokémon Blue.

#8 – F.E.A.R. (Monolith)

Em F.E.A.R. conheci o medo como nunca o fizera em mais nenhum jogo. Um shooter repleto do mais puros suspense, este título fez-me saltar da cadeira mais do que uma vez. As sequências de acção de cortar a respiração, em parte devido a uma incrível inteligência artificial dos adversários, e a história surpreendente apenas tornaram a experiência mais completa. E, por outro lado, o aspecto dos inimigos e dos cenários marcou a minha maneira de ver e imaginar este tipo de histórias. Simplesmente formidável.

#7 – Diablo 2 (Blizzard)

Blizzard é uma das mais importantes editoras de Videojogos, e Diablo 2 traduz o porquê. Num mundo de fantasia dominado por hordas (e é mesmo, HORDAS) de demónios, o jogador constrói um personagem para as enfrentar e salvar a Humanidade. Com milhares de inimigos para derrubar e um sistema de combate e exploração do mundo a toda a prova, revelou-se um vício defícil de largar e algo divertidíssimo de jogar online. Para mim foi um dos maiores vícios que já tive, e todas as personagens que já imaginei têm algo de algum dos personagens do Diablo 2.

#6 – Quake 2 (Id)

O jogo que me apresentou ao mundo dos Shooters. Só depois de experimentado Quake 2 é que descobri a cornucópia de clássicos como Heretic, Doom 2 ou Battlefield 1942. E que jogo o Quake 2 era! Mapas repletops de inimigos, e uma série de armas poderosas, mostrou-me como espalhar a morte e a destruição poderia ser divetido. Sempre que jogo um Shooter, hoje em dia, relembro-me das horas passadas a destroçar inimigos em Stroggos…

A parte 2 virá em breve…

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Novo ano, vida nova…

Janeiro 22, 2009

Já lá vai o tempo, desde a última vez que coloquei o que quer que fosse neste blog… Talvez porque eu tenha dedicado tanto tempo e esforço ao trabalho e tão pouco as outras coisas, se calhar mais importantes. Mas tudo isso vai mudar agora, espero.

Deixei o meu emprego, para me poder dedicar aos estudos, um esforço que espero que funcione, uma vez que agora tudo vai ser mais complicado. Mas aquele que tanto trabalha e nada criava não era eu… E a ideia de abandonar os estudos aterrou-me. Por isso decidi as minhas prioridades, e cá estou de volta, desempregado.

Mas irei ter saudades da Pans do Fórum Coimbra, isso irei. E do pessoal espectacular que lá conheci. Boa sorte a todos vocês, malta!

E entretanto chegou 2009, a sua festa envolta na mais profunda crise económica das últimas décadas… Um início nada auspicioso. Mas veio também o novo presidente dos EUA, Barak Obama, o 44º e histórico líder. E ele fala, de facto, como um líder. Inspira, e dá esperança. Pois é isso que tdos nós necessitamos neste momento… Esperança. Temos de acreditar, para podermos trabalhar e melhorar este futuro que tão triste parece. E vamos. Eu sei que vou, pelo menos!

Oh you look so beautiful tonight…
In the city of blinding lights

Vosso, S7alker.

PS: Há 3 dias fez um ano, exactamente, que comecei a fazer este Blog… Pah… Como o tempo passa!

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Persepolis

Julho 22, 2008

Novamente atrasado… Desta vez num ano inteiro!

Mas vamos por pontos.

Primeiro, nunca gostei muito do cinema francês. Sempre o achei mais artístico que divertido. Não me interpretem mal, eu gosto bastante de inovações na arte, mas se poderem ser acompanhadas de elementos de diversão prefiro muito mais. Normalmente não sou homem que gosto de ver um filme que não corresponda aos meus gostos, e que me entedie. Ora, normalmente o cinema francês é assim. Quero dizer, gostei bastante de “Os Cavaleiros do Apocalipse”, “Ad Vitam” e do melhor dos filmes do Asterix, mas normalmente tendo a evitar qualquer filme em que se fale francês.

Segundo. Sei que não deveria sentir isto, uma vez que estudo Antropologia, mas, como bem sei, sou um cidadão do meu país e do meu tempo, como tal estou sujeito às deturpações e às imagens transmitidas pelos media. E também a companhias com opiniões muito pouco subtis. Sinceramente nunca tive muita simpatia pelos povos do médio oriente, ou pela religião Islâmica. Não me quero desculpar aqui, sei que não deveria ter este tipo de opiniões. Mas tinha…

O caso é que recentemente acabei por ver transformadas estas duas opiniões. Por causa de um só filme e, creio que é justo dizê-lo, por causa de uma só pessoa.

Estava num dos intervalos do meu emprego, quando decidi ir dar um passeio na FNAC, uma loja que vende um pouco de tudo que seja arte, videojogos, filmes, livros… Quando vi em exibição um filme de animação a preto e branco, com uma animação simples mas um jogo de sombras fantástico. E era em francês. Pensei para mim que era mais um daqueles idiotas filmes artísticos franceses, e resolvi aproximar-me para gozar um pouco. Fiquei ali uma hora e só me fui embora porque já eram horas de ir trabalhar. E não gozei sequer um segundo com aquilo. Fiquei agarrado ao filme, fiquei apaixonado pela personagem principal, fiquei num êxtase de compreensão de todo um povo e de mim mesmo.

O filme chama-se Persépolis, e foi o filme que mais deu que falar na entrega dos prémios Óscar de 2007, na categoria de animação. Não ganhou o prémio, pois, como se sabe, os valores comerciais entram primeiro nestas coisas. A animação é simples, mas funcional, como as sequências da actualidade a cores e as sequências do passado, a maior parte do filme, a preto e branco. De um modo delicado, traduz os sentimentos tão eficientemente, que somos arrastados para a história, e sentimos na pele a alegria e tristeza, a maravilha e a dúvida, a diversão e a decepção…

Segue a história verdadeira da juventude de Marjane Satrapi, uma rapariga iraniana, que vive, na sua infância, a revolução que derrubou o Xá do Irão, e trouxe a teocracia que actualmente governa, assim como a inútil guerra com o Iraque. Na sua adolescência viveu os loucos anos 80 na Áustria. E, na sua juventude adulta, viveu o formato actual da teocracia iraniana. Uma das coisas que me atraiu foi mesmo este fantástico enquadramento histórico, que acompanha eventos que já conhecia, mas cujos detalhes me escapavam. O problema da informação de perspectiva predominantemente ocidental.

A  jovem Marjane é uma pessoa fantástica, fortemente influenciada pelos seus educados pais e por uma avó que ainda conheceu o domínio inglês do território. Cresce como uma jovem iraniana independente e de personalidade forte. Um pouco o contrário daquilo que o mainstream ocidental acredita em relação às mulheres daquelas zonas…

E a vida dela, de facto, deu um filme…

Como disse Stephen Colbert, corremos o risco de começar a ver os iranianos como seres humanos ao ver este filme. Ele foi algo criticado pelo seu sarcasmo, mas eu compreendo perfeitamente o que ele disse, pois é o que eu sinto. Vemos as festas ilegais que as pessoas fazem para se divertir e escapar, nem que seja por uns minutos, à repressão. Vemos  os jovens a comprar filmes e música ocidental no mercado negro. Vemos as raparigas a fazerem olhinhos aos rapazes, não obstante a repressão religiosa. Vemos pessoas a tentarem, simplesmente, ser pessoas. Eu vejo tantos paralelos com o que vivemos aqui em Portugal durante o Estado Novo que fiquei mesmo naquela do “como pude ser tão cego?” As pessoas são iguais em todo o lado. Apenas o contexto muda…

Aconselho este filme a toda a gente. Merece e deve ser visto. Mudou a minha perspectiva, talvez muda a de tantos outros. É agora um dos meus filmes preferidos.

Obrigado, Marjane Satrapi, por partilhares o teu mundo com todos nós.

Pelos vistos, uma só pessoa pode mesmo mudar o mundo. Ou, pelo menos, parte dele.

E agora, para quem viu o filme:

Went the distance, now I’m back on my feet
Just a man and his will to survive

Vosso, S7alker.

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O Inferno congelou…

Junho 30, 2008

…e os Céus hão-de tremer!!!

Já foi há dois dias mas eu, como habitualmente, só o descobri com atraso!

Diablo 3 é uma realidade. A sequela para um dos RPGs mais bem-sucedidos de sempre está confirmada, e o vídeo de apresentação, como sucedeu anteriormente com o StarCraft 2, deixou toda a gente de água na boca.

Mas porquê todo o reboliço? Diablo foi um RPG inovador, que misturava uma história épica e os elementos de customização de personagens que hoje são uma coisa básica em qualquer RPG, com uma jogabilidade simples, de apontar e clicar, em ambientes repletos de inimigos. Diablo 2 levou isso mais adiante, e tornou-se num dos jogos mais populares de sempre, ainda hoje com milhares de jogadores online.

Contudo, desde o final da campanha de Diablo 2 que se espera por novidades. O tipo de jogo divertido deixou muita gente à espera de mais, e a história épica e repleta de reviravoltas, fez muita gente imaginar na quantidade de coisas que ainda faltam dizer e nos novos níveis que os jogadores terão para desbravar.

Assim, o Monte Arreat onde se passou o emocionante final de Diablo 2 é agora uma cratera, devastado pela destruição da WorldStone que alimentava o próprio mundo. As maquinações de Baal e dos seus irmãos, Mephisto e o omnipresente Diablo, levaram a esse fim trágico. Passados vinte anos, o caos regressa ao mundo de Sanctuary, e novos heróis terão de lutar para salvar a sua terra. Haverá cinco classes jogáveis. Muito está ainda por desvendar, mas em breve saberemos o que a Blizzard tem em mente para este novo título. Até lá todos esperamos pelas notícias!

Site oficial: http://blizzard.com/diablo3

Apresentação oficial:

Mandylion without a face
deathwish without a prayer
end of hope

Vosso, S7alker.