Posts de Janeiro, 2009

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Os 10 jogos da minha vida! (parte 2)

Janeiro 22, 2009

#5 – Homeworld (Sierra)

Para alguém que sempre foi um apaixonado por grandes épicos de ficção científica, com gigantescos combates entre naves capitais e odisseias desesperadas pelas estrelas, Homeworld era um título obrigatório. A escala de epicidade do original não foi, na minha opinião, igualada pelo seu mais bem ambicioso sucessor, em grande parte, na minha opinião, devido ao facto de o povo em volta do qual gira a história já ter um conhecimento maior da Galáxia. Aquela sensação de isolamento e de não saber para onde se estar a ir foi uma das coisas que me agarrou à campanha. A ideia de uma nave gigante comandar uma série de naves mais pequenas numa demanda desesperada tornou-se, para mim, um tema entusiasmante.

#4 – Half-Life (Valve)

Coloco o Half-Life sozinho nesta tabela porque, se não o fizesse, teria de colocar praticamente todos os títulos da série aqui, e alguns dos grandes Mods para eles desenvolvidos. A criação da Valve tornou-se num dos shooters mais importantes dos últimos dez anos, tornando-se num jogo de culto que deu origem a duas expansões e a uma sequela, também ela com duas expansões já editadas. Para além da série em si, cuja história influenciou a minha maneira de pensar outras obras de ficção, algumas adaptações deixaram a sua marca na minha mente. Falo dos Mods da série Minerva, de Adam Foster, e do divertidíssimo Portal. Para além disso, o incrivelmente famoso Counter-Strike foi um dos maiores vícios que já tive na vida!

#3 – Starcraft (Blizzard)

Enquanto jogo, Starcraft foi um dos maiores títulos de estratégia. Três espécies, os humanos e dois povos alienígenas, combatiam pelo poder numa demanda à escala galáctica. Havia aqui material suficiente para criar mais um recanto no universo de duas jovens crianças (eu e o meu irmão), e muito mais… Mas mais importante ainda, estava incluído um dos mais fantásticos editores de mapas em que já meti as mãos. Ao criar toda uma série de campanhas e mapas especializados, aprendi as bases dos videojogos, equilíbrio de facções, criar diversão, etc. Foi com Starcraft que descobri como funcionam os videojogos.

#2 – Dungeon Keeper (Bullfrog)

Dungeon Keeper é um dos jogos mais divertidos e viciantes de sempre. No papel de um Senhor das Trevas, o jogador tem de criar uma série de catacumbas, para atrair seres das Trevas e criar um exército para derrubar os bondosos cavaleiros ou outros Senhores das Trevas. Nascido da mente genial de Peter Molyneux, criava desafio ao jogador, obrigando-o a saber como expandir os seus limites territoriais, procurar recursos, e até a zelar pela felicidade das diversas criaturas das Trevas. Mais importante ainda… Foi o primeiro videojogo que alguma vez joguei…

#1 – Marathon 2: Durandal (Bungie)

De todos os videojogos que alguma vez joguei, de todas as influências que criaram em mim, de todos os momento de diversão… Um tornou-se mais importante do que todos os outros, ainda antes sequer de eu o jogar. Esse jogo foi Marathon, exemplificado aqui pela segunda instalação, a mais divertida do todo, na minha opinião. Fã ávido de Halo: Combat Evolved, resolvi procurar quais as bases de toda aquela intrincada simbologia que existia no aclamado título da Bungie. Depressa encontrei o seu predecessor espiritual. A complexa e fascinante história de Marathon ainda hoje me mantém agarrado a foruns e sites por toda a net, influenciando decisivamente a história da novela que tento criar. E existe este personagem, o mais fascinante que alguma vez encontrei em qualquer obra de ficção: Durandal, a inteligência artificial que quer ser Deus!

Um jogo incrível, e que aconselho a todos os gamers e interessados por esse mundo fora!

Menções honrosas:

Pharaoh (Sierra) – Horas e horas de diversão, sem nunca cansar! Um jogo de estratégia altamente aconselhado.

Ace Combat 5 (Namco) – O mais divertido simulador de combate aéreo da actualidade, exemplificado pela quinta instalação. Com os mais sofisticados aviões de combate e muita acção. Gosto de aviões, que posso dizer?

Mechwarrior 4: Black Knight (Microsoft Games) – Mechs de combate gigantes e reviravoltas suficientes para divertir e agradar! E sempre fui grande fã de BattleTech, por isso…

E aqui ficam os dez Videojogos mais importantes da minha via. Como disse, é uma lista pessoal, mas achei que a poderia muito bem partilhar com todos vós. Obrigado pela atenção!

Umbras Dextras, Prima Orbis
Templa Prospice, Diem Ex Dei

Vosso, S7alker.

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Os 10 jogos da minha vida! (parte 1)

Janeiro 22, 2009

Decidi, hoje, começar a fazer uma série de top ten das coisas que mais me influenciaram. Não me vou perder em motivações… Talvez seja algo introespectiva, quem sabe… As bases para esta lista são a influência que este títulos tiveram na minha personalidade e imaginação. E também na diversão criada e horizontes abertos! Alguns destes títulos foram aqueles que me levaram a gostar de Videojogos em primeiro lugar, e a criar a minha actual paixão pela temática.

Em qualquer dos casos, resolvi começar pela lista mais fácil de fazer: a dos 10 Videojogos da minha vida!

#10 – Warhammer 40000: Dawn of War (THQ)

Sempre fui um grande fã dos jogos de estratégia… No geral, são os meus preferidos. E se há um que tenha, realmente, influenciado a minha maneira de idealizar mundos de fantasia ou ficção científica, esse jogo é o Dawn of War. Desde o aspecto sujo e antigo das armas e armaduras humanas, até aos equipamentos polidos dos Tau, e às formas degeneradas dos demónios espaciais, passando pela variedade e personalidade únida das facções, a minha maneira de encarar mundos de fantasia nunca mais foi a mesma, e muitas ideas me inudaram devido a esta peça de software. Também me desvendou mundos novos de jogo online, que se tornou extremente viciante e divertido.

#9 – Pokémon Blue (Nintendo)

O jogo que le levou a conhecer os RPGs, no distante ano de 1999 (quando joguei). Embora o universo possa parecer demasiado infantil, Pokémon Blue revelou-se um excelente RPG, com uma jogabilidade desafiante e extremente viciante. Eu e o meu irmão lutámos por conhecer e coleccionar os diversos Pokémon, de modo a derrotar os nossos adversários digitais! A subida ao Indigo Plateau, no final, foi uma sensação de pura epicidade e sucesso! Pena as sequelas terem sido tão desapontantes… Nunca conseguiram igualar aquela fantástica sensação provocada pelo Pokémon Blue.

#8 – F.E.A.R. (Monolith)

Em F.E.A.R. conheci o medo como nunca o fizera em mais nenhum jogo. Um shooter repleto do mais puros suspense, este título fez-me saltar da cadeira mais do que uma vez. As sequências de acção de cortar a respiração, em parte devido a uma incrível inteligência artificial dos adversários, e a história surpreendente apenas tornaram a experiência mais completa. E, por outro lado, o aspecto dos inimigos e dos cenários marcou a minha maneira de ver e imaginar este tipo de histórias. Simplesmente formidável.

#7 – Diablo 2 (Blizzard)

Blizzard é uma das mais importantes editoras de Videojogos, e Diablo 2 traduz o porquê. Num mundo de fantasia dominado por hordas (e é mesmo, HORDAS) de demónios, o jogador constrói um personagem para as enfrentar e salvar a Humanidade. Com milhares de inimigos para derrubar e um sistema de combate e exploração do mundo a toda a prova, revelou-se um vício defícil de largar e algo divertidíssimo de jogar online. Para mim foi um dos maiores vícios que já tive, e todas as personagens que já imaginei têm algo de algum dos personagens do Diablo 2.

#6 – Quake 2 (Id)

O jogo que me apresentou ao mundo dos Shooters. Só depois de experimentado Quake 2 é que descobri a cornucópia de clássicos como Heretic, Doom 2 ou Battlefield 1942. E que jogo o Quake 2 era! Mapas repletops de inimigos, e uma série de armas poderosas, mostrou-me como espalhar a morte e a destruição poderia ser divetido. Sempre que jogo um Shooter, hoje em dia, relembro-me das horas passadas a destroçar inimigos em Stroggos…

A parte 2 virá em breve…

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Novo ano, vida nova…

Janeiro 22, 2009

Já lá vai o tempo, desde a última vez que coloquei o que quer que fosse neste blog… Talvez porque eu tenha dedicado tanto tempo e esforço ao trabalho e tão pouco as outras coisas, se calhar mais importantes. Mas tudo isso vai mudar agora, espero.

Deixei o meu emprego, para me poder dedicar aos estudos, um esforço que espero que funcione, uma vez que agora tudo vai ser mais complicado. Mas aquele que tanto trabalha e nada criava não era eu… E a ideia de abandonar os estudos aterrou-me. Por isso decidi as minhas prioridades, e cá estou de volta, desempregado.

Mas irei ter saudades da Pans do Fórum Coimbra, isso irei. E do pessoal espectacular que lá conheci. Boa sorte a todos vocês, malta!

E entretanto chegou 2009, a sua festa envolta na mais profunda crise económica das últimas décadas… Um início nada auspicioso. Mas veio também o novo presidente dos EUA, Barak Obama, o 44º e histórico líder. E ele fala, de facto, como um líder. Inspira, e dá esperança. Pois é isso que tdos nós necessitamos neste momento… Esperança. Temos de acreditar, para podermos trabalhar e melhorar este futuro que tão triste parece. E vamos. Eu sei que vou, pelo menos!

Oh you look so beautiful tonight…
In the city of blinding lights

Vosso, S7alker.

PS: Há 3 dias fez um ano, exactamente, que comecei a fazer este Blog… Pah… Como o tempo passa!