Posts de Fevereiro, 2008

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Avatar: the Last Airbender

Fevereiro 24, 2008

Foi basicamente por acaso que tropecei na série que me viciou durante a minha ultima semana de férias. Estava na casa do KTW, a falar acerca de alguns designs para Horura, quando ele teve a ideia de me mostrar um episódio de Avatar: the Last Airbender.

Já tinha ouvido falar da série, mas o facto de ser Anime americano (o que parece algo estranho, não é) e o ser incrivelmente popular (tendo a desconfiar da popularidade de certas coisas, pois fama e qualidade não costumam estar de mãos dadas) haviam-me feito tomar a decisão de não ligar a esse fenómeno. Contudo, naquele episódio que o KTW me mostrou (capítulo 2 do 3º Livro, The Headband) eu fiquei maravilhado com… Tudo… Desde o estilo de desenho, até à animação e ao tratamento fantástico do universo e dos personagens… Fiquei imediatamente viciado. Mal cheguei a casa comecei a ver o 1º episódio, num ou dois sítios que me foram dados a conhecer. Quando dei por ela já estava a acabar a semana e eu a ficar ansioso para saber o que aconteceria no episódio seguinte, que, infelizmente, ainda não tinha estreado. Verdadeiramente viciante e incrivelmente bem feita. A animação foi das coisas que mais me impressionou. Há filmes que não estão tão bem animados, e eu não estou a exagerar!

A história passa-se num mundo de fantasia fortemente baseado em mitos orientais, onde existem quatro povos, um para cada um dos quatro elementos (as Tribos da Água, o Reino da Terra, a Nação do Fogo e os Nómadas do Ar), em cada um desses povos existem pessoas especiais, chamadas Benders, que são capazes de controlar o elemento específico do seu povo. Contudo, em cada geração surge um indivíduo capaz de controlar os quatro elementos ao mesmo tempo. É o Avatar, a encarnação humana do espírito do próprio mundo, que mantêm o equilíbrio entre os povos. Sempre que morre encarna num novo corpo, fazendo um círculo entre os quatro povos. Contudo, o último Avatar, um rapaz de 12 anos chamado Aang, ficou congelado dentro de um iceberg durante 100 anos, o que permitiu à Nação do Fogo lançar uma guerra imperialista contra os outros povos.

Eventualmente é liberto do iceberg por um par de irmãos da Trbo da Água do Pólo Sul, a waterbender Katara e o seu irmão Sokka. Juntos, os três, juntamente com o Bisonte Voador de Aang, viajam pelo mundo, na demanda de ensinar o jovem Avatar a controlar os quatro elementos e salvar o mundo do maléfico Senhor do Fogo.

É espectacular e vale a pena ser vista.

Eu tenho tido pouco tempo para dedicar à escrita, contudo, mas esta série levou-me a fazer umas considerações importantes no que diz respeito à gestão e criação de personagens. Tenho de ver se as coloco em prática. ..

I’m not afraid of tomorrow,
I’m only scared of myself,
feels like my insides are on fire, and I’m looking through the eyes of someone else

SR-71… XD

Vosso, S7alker.

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Horura

Fevereiro 4, 2008

Impérios cresceram e expandiram-se pelas nove ilhas do arquipélago, alimentando-se, desde a Asseveração, dos restos perdidos do Sagrado Império que ajudaram a destruir. E, assim, se mantiveram, perdidos nas suas querelas. Um dia, o caos trazido pelos ventos da raiva dos descendentes do Sagrado Império desceu sobre eles, como hordas de seres incompreensíveis de Magia que arrasaram tudo no seu caminho. E assim começa aquilo que serão as aventuras daqueles que ousarem entrar no universo do arquipélago de Horura…

Há cerca de ano e meio atrás, talvez mais, não me lembro muito bem, dois amigos meus, JP e Daishi, vieram ter comigo a perguntar se eu e o meu irmão, Marauder, poderíamos criar um universo de fantasia para o jogo que eles haviam criado. Esse jogo chamava-se Avatar, criação original do Daishi. Era um MMORPG (massive multipalyer online role palying game, jogo de personagem online massivo multijogador) baseado em HTML, apresentando-se com vários ecrãs de texto que traduziam os eventos prepretados pelos jogadores, bastante bem-sucedido; chegaram a ter milhares de jogadores. Contudo, haviam-se baseado no universo de fantasia do escritor português Filipe Faria. Queriam, nesta altura, refazer o seu projecto, e tal envolvia afastarem-se das obras de Faria. Assim, recorreram a mim e ao meu irmão. Nós demos o nosso melhor e tentámos criar algo que não fosse apenas original, mas também inovador, com conceitos e raças (realmente) originais. Fizemo-lo em dois dias, reciclando muitas ideias velhas que não haviam econtrado uso, incluindo a ideia de um arquipélago, chamado Horura, habitado por animais falantes. O conceito recebeu uma reviravolta brutal, mas aproveitou-se muito do essencial. Devido à sua natureza, Horura demorou (justificadamente, acho) a ser aceite, mas JP estava optimista, e Daishi resolveu ver no que ia dar.

Eventualmente começámos a desenvolver conceitos e a expandir as ideias. KTW e Pika também entraram na equipe, o primeiro como designer (e que interpretação ele deu às raças e seres de Horura, até fiquei parvo! Fantástico!) e o segundo como criador de ideias (muitas bastante boas). A verdade não é assim tão linear, mas basicamente é isto; andávamos todos a aconselhar ou ajudar uns aos outros. Mais tarde entrou também biofm, como criador de mapas (outra maravilhosa interpretação dos conceitos de Horura, é fantástico ver uma coisa nossa ganhar forma e vida). Nos meses de Junho e Julho de 2007 demos no duro, criando uma massa de ideias e materias, com mais de 100 posts no 1º dia do forum de desenvolvimento! Mas, eventualmente, perdeu-se o gás. Recentemente Daishi acabou por se afastar do projecto e de seguir o seu caminho (boa sorte amigo, foi bom trabalhar contigo; talvez noutra altura, quem sabe?).

O projecto estava, basicamente, em águas de bacalhau (XD), sem grande rumo pela frante.

Contudo, umas semanas atrás, eu e o JP recomeçámos a falar no projecto, e concluímos que isto ainda tinha leito por onde correr. Juntámos as velhas ideias, repensámos o velho material, e começámos a tomar decisões. E o projecto ganhou nova vida. Agarrámos no pessoal que ainda estava no barco e começámos a refazer as coisas, a dar um rumo ao nosso belo arquipélago. E agora, vamos desenvolver isto e ver se conseguimos fazer um jogo original, divertido, e de graça, como um bom web-browser MMORPG deve ser!

Creio que vão ouvir falar disto em breve…

Em relação ao meu projecto de novela… Isto não o vai afectar, creio, de todo. Aliás, é o bom descando que me faz falta entre capítulos…

Vemo-nos por aí aventureiros…

I wonder through fiction to look for the truth
Buried beneath all the lies

Vosso, S7alker.

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Interrego

Fevereiro 1, 2008

Esta tem sido uma semana muito pouco produtiva. Desconheço o motivo, mas algo me impede de completar um diálogo de extrema importância. Visto que eu escrevo de modo linear, incapaz de trabalhar como deve ser se não escrever em sequência, isto representa um sério problema. Humm… Espero que a falta de inspiração passe depressa, antes que cheguem as aulas novamente.

Entretanto tenho ocupado aqueles tempos sem vontade, ou capacidade, de fazer o que quer que seja a praticar uma outra paixão minha: jogos de PC. Aproveitei para experienciar novamente o clássico Half-Life, o que inclusive me granjeou algumas ideias que desejo implementar no meu trabalho, mal esta crise de inspiração passe… Também me tenho ocupado com um dos grandes jogos de estratégia dos últimos anos, o Company of Heroes, que acompanha uma companhia de soldados americanos durante a campanha da Normadia, na 2ª Guerra Mundial. Simplesmente fantástico, embora as vezes se torne um pouco frustrante…

Enfim, também aproveitei para incluir um novo texto no Whispers, e para alterar a informação de texto escrito, de 14% para 16%.

Cultivate your hunger before you idealize.

Motivate your anger to make them all realize.

Vosso. S7alker.